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A massagem ao longo da história e suas propriedades

Os primeiros indicio do uso da massagem com forma medicinal foi na China há mais de 4 mil anos. Na Grécia Hipócrates já recomendava massagens com óleo para aqueles que sentiam dores musculares como forma de cura. Mas nem sob a influência do pai da medicina moderna foi suficiente para evitar que essa terapia fosse banida do mundo ocidental na idade média. A igreja considerava pecado tocar corpos alheios e estimular prazerosamente as pessoas, independente da sua função medicinal. Livre na da repressão, a prática voltou a se popularizar no mundo ocidental nas últimas décadas, finalmente sendo incorporada e considerada uma prática medicinal. Pesquisas da associação americana de hospitais mostram que os efeitos da massoterapia estão presentes em 71% dos hospitais que fornecem algum tipo de abordagem complementar, é o serviço mais comum entre eles. No Brasil, a prática ainda está defasada no âmbito das unidades de saúde, mas pouco a pouco conquistará seu lugar. São mais populares fora dos Hospitais e muito procuradas por atletas, praticantes de yoga e pessoas que apostam nos tratamentos alternativos.
Para a medicina chinesa e a ayurveda, as doenças são causadas por um desequilíbrio e desarmonia do fluxo interno de energia vital do corpo. Acredita-se que com a manipulação da pele com pressão nos locais certos, podem contribuir para restabelecer o fluxo destas energias estagnada, proporcionando o bem-estar do paciente.

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