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você sabe escolher?

Como você toma decisões?

Há quem diga que librianos são indecisos. Talvez seja  intriga da oposição, nesse caso, dos arianos. Se aquele signo reflete buscando a justiça e o equilíbrio na relação, esse último vai na intuição, nem sempre certeira, na impulsividade, disposto a pagar o preço pela possível – mas jamais reconhecida- precipitação.

Tomar decisões não é fácil. As tradições antigas afirmam, com sabedoria, que o caos é o excesso de possibilidades. Mas mesmo que você ou eu não queiramos, estamos decidindo a todo instante. O problema é que muitas das escolhas não são conscientes. E na maior parte das vezes, com o medo de pagar o preço de uma decisão, deixamos que outros o façam, mas a conta sempre vem.

Para se tomar uma boa decisão é preciso, antes de tudo autoconhecimento. Um indivíduo precisa saber o que o faz feliz, o que o incomoda e mais importante, qual o centro de sua existência.

Quando temos um propósito e um eixo que sustenta a nossa vida e nos dá concentração ( com centro), ele serve como referência para nossas ações.

Nossas escolhas devem ter como referência o nosso propósito de vida e nossos valores mais sagrados. Sempre buscando a justiça e a equidade. Nem sempre as intuições são certeiras. Não porque intuição não funcione, mas porque muitas vezes camuflamos nossos desejos de intuição, e que é, na verdade, a voz do espírito.

Diante de uma encruzilhada é preciso saber que sempre há perdas. Mas elas tem que ser as menores.

Outro parâmetro para decidir: a minha escolha pode ser feita sem que eu me envergonhe hoje e no futuro?

Desde já você já pode começar a escolher melhor. E o futuro, com certeza, será mais agradável.

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