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Por que estamos todos mais doentes?

Vocês tem observado a quantidade cada vez maior de pessoas doentes ao nosso redor? Quando o número de farmácias e drogarias supera o de qualquer outro negócio – padarias, agências bancárias e até salões de beleza- algo está nitidamente errado.

Corremos um risco, inclusive observável na astrologia, com a tríplice conjunção de capricórnio em 2020 na casa 12 do Brasil, de um colapso na saúde. As filas em hospitais, inclusive particulares, só cresce. Por outro lado, ou até por conta do cenário, nunca se falou tanto em atividade física e consumo de alimentos saudáveis.

O número de suicídio entre adolescentes chegou a níveis alarmantes. Assim como o número de pessoas com depressão. Fica a pergunta: o que está havendo?

É bem verdade que a ciência avançou e o número de medicamentos disponíveis para combater patologias é significativamente maior do que dispunham nossos antepassados. Isso levou a um paradoxo. Sabendo existir remédios para “quase” tudo, a maioria das pessoas evita a prevenção. Jovens se jogam ao sexo desprotegido confiando nos tratamentos disponíveis para as DSTs. O mesmo para as doenças do coração, da pressão alta, do fígado e do aparelho digestivo. Para que dietas se posso controlar o colesterol e outras disfunções com a alopatia?

Também nunca se consumiu tantos produtos que sofreram ações de agrotóxicos e manipulação genética. A fartura de grãos e as cores exuberantes das frutas são resultados de química, e da pesada. O atual governo, por exemplo, tem liberado uma série de produtos proibidos na Europa e EUA para garantir produtividade e celebrar recorde nas safras.

É preciso urgentemente repensar o que comemos e que tipo de cuidados temos com nossos corpos.

Mas independentemente dos tratamentos médicos que devem ser ministrados e dos cuidados com a alimentação e  é preciso também pensar em como anda a alma de cada um de nós.

Vivemos a sociedade da ansiedade, da posse e do exibicionismo. A beleza e a juventude estão acima de qualquer outro valor espiritual. Parecer saudável é mais importante que estar saudável. Daí o número de cirurgias plásticas que são feitas a cada ano, com seus, ainda que pequenos, riscos e contraindicações.

Queremos consumir tudo: de informações absolutamente desnecessárias a produtos e experiências que colocam em risco a saúde e a integridade do corpo.

Todo mundo precisa estar conectado todo o tempo. A produtividade é quem determina o metabolismo de nosso corpo. Há um equivocado senso de urgência que coloca homens e mulheres em estado de alerta, exigindo maximizar experiências. E ai de quem não tem total controle de seus projetos ou não é famoso, lindo, desejado e adequado aos valores sociais. Imediatamente é marginalizado e, se não possui forte estrutura moral, cai em depressão.

As pessoas estão longe de seus princípios mais essenciais. E não tem projetos consistentes de vida. No lugar de pensar qual obra deixará para o mundo, pensa em quantos likes e seguidores tem nas redes sociais.

Os influenciadores digitais, com raras exceções, não produzem nada. Não são pensadores, cientistas, músicos, líderes espirituais. São homens e mulheres que posam com as roupas da moda, ou roupa alguma. Criam um campo vibratório de cobiça, inveja e tristeza.

Não à toa, surge, como forma de conter a ansiedade e a depressão, correntes que pregam a simplicidade, o cuidado consigo e com o próximo, o autoconhecimento e o desapego. O resultado tem sido, para quem adota tais posturas em melhoria significativa da saúde.

Por que não buscar, além do tratamento alopático e muitas vezes psicológico e psiquiátrico, uma nova visão de mundo. E nem precisa ser religiosa, porque a religião acaba criando para muita gente mais prisão e ansiedade. Pode ser filosófica. O importante é recuperar valores imateriais e o resgate do amor próprio. Que não depende do outro, da posse de algo ou de aplausos. Apenas o carinho com a pessoa que você é. Naturalmente linda e talentosa.

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