Por que se oferece pulseira de âmbar para crianças?

A tradição pede que avós, madrinhas e padrinhos ofereçam, em algum momento, jóias para os bebês.

No passado se oferecia colheres de prata, crucifixos e estrelas de David em ouro. Há quem presenteasse – e ainda hoje também- pulseiras feitas de âmbar báltico, originário da Lituânia, no norte da Europa.

Estudos científicos mostram que esse mineral é especialmente rico em ácido succínico.

Místicos e esotéricos dizem, que em contato com a pele, o âmbar pode  aliviar dores, aumentar a imunidade, acalmar e reduzir inflamações, sobretudo causadas por cólicas e a chegada da dentição. Da mesma maneira, os antigos diziam que se trata de uma resina que espanta maus fluidos e encostos.

No passado se oferecia um colar, o que é muito perigoso para crianças, sobretudo as menores.

Por essa razão, hoje são confeccionadas pulseiras e tornozeleiras, muito mais seguras.

Na África, ainda hoje, muitos babalaôs – sacerdotes dos Orixás- ainda carregam o âmbar consigo em rituais fúnebres.

 


Ricardo Hida é astrólogo, tarólogo e babalorixá. Autor do livro Guia para quem tem Guias – Desmistificando a Umbanda. Apresentador do programa “Encontro Astral” na rádio Vibe Mundial, 95,7 FM.

 

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