Por que acredito na Astrologia?

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Tal artigo não tem a pretensão de convencer o leitor a se tornar cliente da astrologia e muito menos se tornar astrólogo. Cada um de nós tem o direito de escolher no que acreditar. E, obviamente, quando não estamos abertos a reflexão, não há argumento ou prova material que nos faça pensar diferentemente as nossas crenças. Até hoje há quem duvide que o homem chegou a Lua, outros, ainda, acreditam piamente que o mundo foi criado em 7 dias. Liberdade de pensamento, eis nossa maior conquista.

Mas voltando a astrologia, apesar de espiritualista desde cedo, nunca levei a sério o universo dos astros muito a sério. O horóscopo dos jornais, ao lado dos quadrinhos e das palavras cruzadas, nunca me pareceu convincente. Da mesma maneira, as revistinhas vendidas em banca também nunca me passaram credibilidade. Como muitos, sabia da influência da Lua sobre as marés, mas daí pensar que planetas distantes da Terra poderiam influenciar minha vida era algo inaceitável.

Mas tudo muda. E no meu caso, foi um presente que recebi há 4 anos. Um livro do jornalista Luis Pellegrini, um amigo por quem tenho enorme admiração. Na obra, Pellegrini contava sua experiência no Sudeste Asiático e como a astrologia estava inserida nas culturas locais, inclusive na medicina. E a partir de uma aposta, fui estudar o assunto em uma das mais importantes e sérias escolas do país: a Gaia.

O curso levaria no mínimo 3 anos, o que já me intrigou, e exigia certo investimento financeiro e de tempo , em uma escola com mais de 20 anos, que afasta qualquer ideia de charlatanismo. Dei-me o direito de testar, fazendo a matrícula com o objetivo de deixar o curso após os 6 primeiros meses.

Obviamente minha opinião mudou e acabei indo muito além da formação básica e concluindo  agora os 3 anos. Mas o que me fez mudar de pensamento?

  1. Entender que Astronomia e Astrologia são ciências distintas. Enquanto a primeira estuda a natureza e movimentos dos astros, a segunda se dedica a compreender a influência do céu na Terra;
  2. Conhecer meu mapa astral: a leitura do meu mapa natal revelou condições, sentimentos e experiências íntimas que apenas eu conhecia e que não eram comuns a outros indivíduos;
  3. Encontrar padrões repetitivos: Como explicar que determinadas situações nas vidas das pessoas  acontecem  e se repetem quando os astros se encontram em posições específicas no céu, fazendo certos ângulos entre si?
  4. Estudar as obras do francês André Barbault e descobrir que Michel Gauquelin publicou uma célebre pesquisa acadêmica na Sorbonne, seguindo à risca os mais rígidos padrões estatísticos e de probabilidade,  utilizando  mais de 5 mil amostras,   e encontrando similaridades incríveis nas vidas de indivíduos que possuíam  mapas com posições astrológicas muito parecidas;
  5. Perceber que a decepção com consultas resulta do fato que muitas pessoas que se intitulam “astrólogas”, como em qualquer profissão, nunca se prepararam adequadamente e atendendo o público, passando informações erradas, descredibilizando  a profissão e reforçando os preconceitos para a Astrologia.

Há, além disso, muitas outras vivências pessoais, sobretudo na leitura de mapas e previsões para amigos, familiares e clientes, que confirmaram minha confiança na astrologia. Mas são tantas estórias, que exigiram muitos outros posts. Mergulhar no universo dos astros me deu grandes presentes:  um dos mais importantes é a lição  que antes de emitirmos uma opinião, é preciso buscar informações em fontes confiáveis, estudar um assunto. Criticar profissões ou ciências sem conhecê-las mostra senão ignorância, leviandade. No caso de desconhecimento, mas vale uma postura Gloria Pires: Não consigo emitir opinião sobre o assunto. Isso é sabedoria.

Ricardo Hida, Akindémí
ricardotbhida@gmail.com
Whatsapp: 11 9 94797867

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