Tudo vibra, inclusive seu prato.

Por Edson Luis

 

Que os momentos de refeição são sagrados, ninguém duvida. Há quem aplique reiki nos alimentos, outros abençoam os ingredientes que vão aos pratos. A oração do Pai Nosso, por exemplo, tem o famoso “o pão nosso de cada dia dai-nos hoje”.  Tornar santas as refeições faz sentido, até porque nossa saúde – e a própria ciência explica-  depende daquilo que ingerimos.

 

No judaísmo, certos alimentos não podem ser consumidos: como a carne de porco e crustáceos. Faz sentido quando pensamos que no passado as condições de higiene eram precárias e doenças fatais poderiam ser ocasionadas por alimentos estragados ou mesmo mal preparados. Mas tabu alimentar não é exclusividade dos judeus e muçulmanos. Nas religiões de matriz africana, por exemplo, há alimentos que são interditos para algumas pessoas. Filhos do Orixá Oxossi, por exemplo, não podem ingerir mel. Os filhos de Oxalá não podem consumir nada que gere calor, como pimenta, dendê, café e bebidas alcóolicas. Para os pais e mães de santo, isso acontece porque trata-se de um santo que não lida bem com o calor, por isso seus adeptos só podem usar roupas brancas.

 

Mesmo sem entender o que é frequência, a religião já trazia, como vimos, entendimento do conceito. Na física,  frequência é uma grandeza física que indica o número de ocorrências de um evento em um determinado intervalo de tempo. Alternativamente, podemos medir o tempo decorrido para uma oscilação. Esse tempo em particular recebe o nome de período. Desse modo, a frequência é o inverso do período. A cor vermelha, batidas rápidas na percussão, pimenta e álcool geram calor, por exemplo.

 

Todas as coisas no mundo emanam frequências. Eu, você, suas músicas, as cores das suas roupas e das paredes do seu quarto e até mesmo o que você come. Pensando nisso o biólogo e chefe do Departamento de Agricultura da Eastern Washington University, Bruce Tainio, desenvolveu em 1992 o primeiro monitor de frequência  alimentar do mundo. Graças aos seus estudos, conseguimos detectar   que a frequência média do corpo humano durante o dia  oscila entre 62-68 Hz. Nessa mesma lógica, estudos apontam que corpo ressoa uma frequência quando saudável entre 62-72 Hz. O estudo aprofundado pode ser encontrado na obra O Segredo de Shamballa de James Redfield.

 

Se a ciência ocidental já sabia que ao comer absorvemos as energias dos alimentos; energia essa fará parte de nós e se tornarão células, então é importante tomar cuidado com o que se come, com a qualidade do que se come. Dependendo da frequência do seu corpo, ela pode se chocar com a de certos alimentos.

 

Estudos sobre frequência alimentar apontam alguns alimentos que elevam o padrão vibracional. Não, por acaso, são indicados em dietas saudáveis por profissionais que sequer devem ter ouvido falar de Bruce Tainio ou James Redfield. São eles: semente de linhaça, semente de girassol, castanha do Pará, nozes, amêndoas, suco de limão, alho, queijo tofu entre outros.

 

Por outro lado o açúcar refinado e seus derivados, os alimentos geneticamente modificados, processados, enlatados e industrializados apresentam baixa frequência vibracional apontam os especialistas. Se tudo na vida é uma questão de sintonia e afinidade, é claro que vibrações muito distintas causam estresse e choque.

 

Nesse sentido há que se pensar também naquilo que ingerimos e que desequilíbrio vibratório e energético podem causar.

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